A pessoa antes da teoria
Desde 2011, atuo como psicólogo hospitalar. Ao longo desse percurso, tive contato com diferentes formas de sofrimento humano, acompanhando vítimas de violência e seus familiares, idosos em avaliação neuropsicológica, funcionários em sofrimento psíquico, vítimas de queimaduras em uma unidade especializada e familiares de pacientes atendidos nesses contextos.
Essa trajetória consolidou em mim uma convicção importante: em psicoterapia, a pessoa deve vir antes da teoria. Por isso, em meus atendimentos, priorizo a singularidade de cada paciente, sem me prender de forma rígida a escolas, autores ou técnicas específicas.