Abordagem Integrativa: centrada na singularidade


Minha abordagem em psicoterapia é integrativa. Isso significa que não trabalho de forma rígida, preso a uma única linha teórica. Ao longo da minha trajetória profissional, realizei cursos e formações em diferentes abordagens da psicologia e, no contato com pessoas de histórias, necessidades e sofrimentos muito diversos, aprendi que nenhuma técnica ou teoria responde igualmente bem a todos.

Por isso, acredito que cada pessoa precisa ser compreendida em sua singularidade. Meu compromisso principal é com a pessoa que está diante de mim, e não com a defesa de um autor, uma escola ou uma teoria específica. Utilizo diferentes conhecimentos da psicologia de maneira cuidadosa e coerente, buscando aquilo que faz mais sentido para cada caso, cada momento de vida e cada ritmo de mudança.

Personalização, vínculo e ampliação constante da escuta


A psicoterapia, para mim, deve ser um processo personalizado: uma construção feita de pessoa para pessoa. Além das técnicas, valorizo profundamente a qualidade da relação terapêutica, a escuta atenta e a construção conjunta de caminhos mais claros para enfrentar dificuldades, ampliar a compreensão de si e promover mudanças reais na vida.

Acredito que o bom profissional precisa ampliar continuamente sua formação, seus recursos e sua capacidade de escuta. Seu compromisso deve ser com quem o procura e com o enriquecimento da própria “caixa de ferramentas” clínicas. Como sugere a conhecida frase atribuída a Abraham Maslow: “para quem só tem um martelo, todo problema parece um prego”.

“Meu compromisso principal é com a pessoa que está diante de mim, e não com a defesa de um autor, uma escola ou uma teoria específica.”